Hollywood já não é exclusivamente americano (nem europeu)
A fusão de nacionalidades em Hollywood é uma tendência cada vez mais relevante, numa altura em que falamos em diversidade, igualdade de oportunidades e de representativade feminina. A Sétima Arte não é excepção.
Nos anos dourados de Hollywood foram a francesa Claudette Colbert, as suecas Ingrid Bergman e Greta Garbo, a alemã Marlene Dietrich, a inglesa Elizabeth Taylor, as italianas Sophia Loren e Gina Lollobrigida, a irlandesa Maureen O’Hara, a escocesa Deborah Kerr, as mexicanas Dolores del Rio e Katy Jurado, a espanhola Sara Montiel, a suíça Ursula Andress, entre outras, as esplendorosas atrizes de ascendência não americana de quem o mundo ocidental falava.
Na era mais contemporânea da Meca do Cinema, o mesmo furor tem sido suscitado por outras belas atrizes como, a título de exemplo, a mexicana Salma Hayek, a brasileira Sônia Braga, a italiana Monica Belluci, a francesa Marion Cotillard, a australiana Cate Blanchett, a sul-africana Charlize Theron, a espanhola Penélope Cruz ou a ucraniana Milla Jovovich. As novas musas do cinema e também da televisão que arrebatam os papéis principais e secundários deixaram de ser apenas europeias ou americanas e os talentos sobressaem dos quatro cantos do globo.
A cubana Ana de Armas (Santa Cruz del Norte, 1988) será Marilyn Monroe em Blonde, de Andrew Dominik. Até ao final do ano, vê-la-emos em Deep Water, com Ben Affleck, por quem se apaixonou nas filmagens e com quem vive um romance na vida real. Por sua vez, a australiana Margot Robbie (Dalby, Queensland, 1990) será a nova musa de Greta Gerwig em Barbie, filme sem data de estreia.
Para as mulheres, ainda à procura de um lugar ao sol também na Sétima Arte, o futuro poderá estar mais perto de ser um lugar onde cabem todas as nacionalidades e talentos do mundo.
Um novo talento
Made in Israel
Entre os novos talentos é particularmente notável a prestação da israelita Shira Haas (Hod HaSharon, 1995) em Unorthodox, a série da Netflix em que esta jovem revelação condensa todas as emoções do mundo numa pequena e frágil, mas determinada, personagem para narrar uma história de liberdade, coragem, fatalidade e dor. Em Asia, da realizadora israelita Ruthy Pribar, Shira Haas interpreta Vika numa história sobre amor e sacrifício. Este filme inclui-se na competição internacional do Festival de Cinema de Tribeca que este ano se junta a We Are One, uma iniciativa de cinema global que decorre no YouTube, entre 29 de maio e 7 de junho, e que reúne 20 festivais internacionais, incluindo os de Veneza, de Cannes e de Berlim.
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